Fogo mais quente que arde,
na fogueira da pura maldade,
alimentado por estranha lenha,
de antagonismo á verdade,
do vil metal á traição,
da lei corrompida á injustiça,
do disparo de uma bala perdida,
do invejoso ao ladrão,
daquele que faz ao que atiça,
tudo se une numa liga,
que arde na escuridão,
no altar da mais negra missa,
que atesta de sangue e derrama,
o santo graal da perdição.
Poesias de Paulo lourenço "Ramiro de Kali"

Nenhum comentário:
Postar um comentário